Microsoft, LinkedIn e Google
Reuters/Gonzalo Fuentes; Shutter Speed/Unsplash; Reuters/Andrew Kelly
Gigantes de tecnologia estão entre as principais marcas usadas indevidamente por criminosos para aplicar golpes na internet. A informação aparece em um levantamento da empresa de segurança cibernética Check Point Software.
A Microsoft, o LinkedIn, o Google, a Apple e a Amazon são as que mais apareceram nas tentativas de golpe identificadas no segundo trimestre de 2026, segundo a empresa.
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As cinco companhias respondem por mais de metade das campanhas de phishing com marcas, um golpe que se aproveita da reputação de empresas para roubar dados e dinheiro por meio de e-mails e sites falsos, por exemplo.
O ChatGPT apareceu na lista pela primeira vez, indicando que ferramentas de inteligência artificial já estão no radar de criminosos. Um dos casos identificados envolveu uma mensagem falsa sobre uma suposta falha no pagamento da assinatura do serviço. (veja a lista completa abaixo)
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Estas são as marcas mais imitadas por criminosos em tentativas de golpes pela internet:
Microsoft (22,6%)
LinkedIn (11,6%)
Google (6,7%)
Apple (5,8%)
Amazon (5,2%)
Adobe (3,8%)
Facebook (1,9%)
WhatsApp (1,4%)
PayPal (1,3%)
ChatGPT (1,1%)
Para a Check Point Software, a concentração em poucas marcas merece atenção. “Os golpistas não estão espalhando seus esforços por milhares de marcas. Eles estão focados em um pequeno conjunto de nomes que quase todo mundo reconhece e usa diariamente”, afirmou.
Os casos identificados no segundo trimestre incluem e-mails falsos sobre falhas no pagamento de serviços, páginas de login fraudadas e comunicações enganosas sobre atualizações de programas.
A empresa afirma que esse tipo de golpe funciona porque os criminosos se aproveitam da confiança dos usuários. “Se uma mensagem parece vir de uma marca que você já usa e confia, você baixa a guarda. Esse simples atalho psicológico é todo o modelo de negócios por trás do phishing de marca”.
Como se proteger
Os golpistas tentam atrair vítimas por meio da sensação de urgência causada por mensagens falsas de falhas de pagamentos e alertas de segurança.
Mas essas mensagens podem apresentar alguns erros, como imagens distorcidos, botões que não funcionam e erros de digitação.
A Check Point Software recomenda ter ainda mais atenção ao receber mensagens em nome de uma das empresas do ranking. E sugere que, em vez de clicar em links que aparecem na mensagem, os usuários digitem o site da marca por conta própria no navegador.
A empresa também recomenda ativar a autenticação de dois fatores (veja como fazer). A proteção extra exige o uso de um segundo código além da senha para acessar a conta, o que protege seus dados em caso de vazamentos.
-30 de julho de 2026
