O Brasil entra no Campeonato Sul-Americano feminino como favorito ao título e à vaga nos Jogos Olímpicos de Los Angeles-2028, mas Gabi não quer ver a Seleção Brasileira tratando a classificação como algo garantido. Na véspera da estreia, nesta terça-feira, às 20h, contra a Venezuela, no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, a capitã alertou para as armadilhas de uma competição curta e lembrou resultados de outros torneios continentais para reforçar a necessidade de atenção desde o primeiro jogo. Veja tabela, jogos do Brasil e onde assistir ao Sul-Americano.
A Seleção chega ao Sul-Americano depois de uma temporada em que esteve novamente entre as principais equipes do mundo. Para Gabi, porém, o favoritismo no papel não diminui a importância de cada partida na busca pelo principal objetivo brasileiro na competição: conquistar o título e assegurar a vaga olímpica.
– Esse é o campeonato que tem as maiores armadilhas, né? A gente viu o Canadá se classificou, a Tailândia se classificou, tirando a oportunidade do Japão e da China de conquistar e garantir essa vaga – afirmou Gabi, em entrevista ao site Olimpíada Todo Dia.
“O campeonato mais importante do ano”
Apesar de toda a importância das competições disputadas anteriormente pela Seleção, Gabi revelou que o grupo vem tratando o Sul-Americano como prioridade há bastante tempo.
– A gente tem conversado muito desde o final da VNL, mas antes disso ainda, que o campeonato mais importante do ano de fato é o Sul-Americano – disse Gabi.
O peso da competição é ainda maior por causa da vaga direta nos Jogos Olímpicos de Los Angeles-2028. Por isso, a capitã reforçou que o Brasil não pretende entrar em quadra olhando apenas para o favoritismo ou para os adversários teoricamente mais fortes.
– A gente tem um respeito muito grande por todas as equipes e eu acho que o mais importante é a gente manter a nossa evolução, a maneira que a gente vai entrar dentro de quadra.
Favoritismo também aumenta a pressão
Jogar o Sul-Americano no Brasil traz uma vantagem importante: o apoio da torcida no Maracanãzinho. Gabi, no entanto, reconhece que atuar em casa também aumenta a cobrança sobre a Seleção.
– É claro que para a gente é muito bom ter a oportunidade de jogar em frente à nossa torcida, mas ao mesmo tempo também uma pressão, né, que todo mundo coloca na expectativa por saber que no papel somos as seleções favoritas disputando esse Sul-Americano – disse a camisa 10 do Brasil.
– A gente está com a cabeça muito, muito firme de que a gente precisa fazer um bom campeonato e de que cada dia, cada jogo é uma final para a gente – completou Gabi.
Brasil busca vaga para Los Angeles-2028
O Campeonato Sul-Americano feminino classifica o campeão para osJogos Olímpicos de Los Angeles-2028. O Web Vôlei preparou um Super Guia do Sul-Americano Feminino 2026, com tabela completa, jogos do Brasil, horários, transmissões, formato de disputa e tudo o que o torcedor precisa saber para acompanhar a competição.
O post Campeonato cheio de “armadilhas”, diz Gabi sobre o Sul-Americano de Vôlei apareceu primeiro em Web Vôlei.