O segundo título da Turquia na Liga das Nações feminina de vôlei (VNL) teve importante colaboração de Hande Baladin. Aos 28 anos, a ponteira teve uma performance consistente, bem diferente de outros momentos de recentes temporadas.
Com a ausência de Ebrar Karakurt, Baladin assumiu mais responsabilidade na equipe. E conseguiu ser uma coadjuvante de luxo para Melissa Vargas, a estrela da companhia. Na final contra o Brasil, Baladin marcou 19 pontos, com 48% de aproveitamento ofensivo. No passe, o mesmo percentual de positividade em 27 ações.
Na semifinal contra a China, ela também chegou ao duplo dígito de pontuação: 11 pontos, sendo nove no ataque, com 50% de aproveitamento, e dois aces. No passe, 71% de positividade, em 28 ações.
Antes, nas quartas de final, na vitória por 3 a 1 sobre o Canadá, Baladin colaborou com 14 pontos, com 65% de acerto no ataque e 68% de positividade receptiva. Números muito importantes para a Turquia nesta reta final de VNL.
– Estive em quadra em todos os momentos e me diverti muito. Meu próprio desempenho teve um gráfico de crescimento dia após dia – disse Baladin. – Sei o que posso fazer, o que posso entregar. Estou extremamente feliz por ter conseguido refletir isso em quadra, por ter mostrado meu potencial. Sinceramente, estou satisfeita com meu jogo nesta VNL.
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