O menino de 4 anos morreu em 2021 com sinais de agressão. Os advogados do padrasto da criança abandonaram o plenário para forçar a suspensão do júri, o que levou ao adiamento.
A Monique Medeiros, acusada de participação na morte do filho, Henry Borel, deixou a prisão nesta terça-feira. A decisão foi tomada após análise do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que concedeu liberdade mediante medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica e proibição de contato com outros envolvidos no caso.
O caso ganhou grande repercussão nacional em 2021, quando Henry, de 4 anos, morreu sob circunstâncias suspeitas. Monique e o ex-companheiro, Paulo Cupertino Matias, respondem por homicídio qualificado e violência doméstica.
A saída da prisão reacende o debate público sobre o andamento do processo e sobre as medidas de proteção à criança, além de manter atenção da sociedade e da imprensa sobre o caso.



