Donos de quiosques protestam em Cabo Frio contra ordem de desocupação
Quiosqueiros de Tamoios, em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio, se reuniram na manhã desta quinta-feira (13) em frente à Câmara Municipal para cobrar informações sobre a desocupação dos pontos comerciais na orla ordenada pela Prefeitura.
Segundo os trabalhadores, no dia 18 de julho eles foram notificados por agentes municipais a deixar os quiosques no prazo de 15 dias. O prazo venceu em 2 de agosto, mas os quiosqueiros afirmam que não vão sair enquanto as obras não começarem as obras.
Surpreendidos pela determinação, e preocupados com a renda, os trabalhadores querem saber o cronograma das obras previstas para a orla, o período em que os quiosques ficarão desocupados e se os comerciantes poderão retornar aos pontos depois da intervenção.
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Segundo os manifestantes, após a entrega das notificações eles procuraram a prefeitura, mas em uma reunião com representantes das áreas de Segurança Pública e Posturas, não teriam obtido respostas definitivas sobre o futuro dos quiosques.
Como a maior preocupação é a falta de geração de renda, eles tentam discutir a possibilidade de apoio durante o período em que estarão sem trabalhar nos quiosques.
A comerciante Alexandra Ferreira, que trabalha em um dos quiosques, afirma que a principal preocupação do grupo é saber como ficará a situação dos trabalhadores durante as obras.
“Nosso ganha-pão está ali. A gente trabalha há anos nesses quiosques, é de onde tiramos o nosso sustento”, afirmou.
O g1 buscou respostas da Prefeitura de Cabo Frio aos pontos levantados pelos quiosqueiros, mas até o fechamento desta reportagem não obteve retorno.
Quiosqueiros manifestam em frente à Camara Municipal de Cabo Frio
Yasmim Grijó
Quiosqueiros de Tamoios, em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio, se reuniram na manhã desta quinta-feira (13) em frente à Câmara Municipal para cobrar informações sobre a desocupação dos pontos comerciais na orla ordenada pela Prefeitura.
Segundo os trabalhadores, no dia 18 de julho eles foram notificados por agentes municipais a deixar os quiosques no prazo de 15 dias. O prazo venceu em 2 de agosto, mas os quiosqueiros afirmam que não vão sair enquanto as obras não começarem as obras.
Surpreendidos pela determinação, e preocupados com a renda, os trabalhadores querem saber o cronograma das obras previstas para a orla, o período em que os quiosques ficarão desocupados e se os comerciantes poderão retornar aos pontos depois da intervenção.
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Segundo os manifestantes, após a entrega das notificações eles procuraram a prefeitura, mas em uma reunião com representantes das áreas de Segurança Pública e Posturas, não teriam obtido respostas definitivas sobre o futuro dos quiosques.
Como a maior preocupação é a falta de geração de renda, eles tentam discutir a possibilidade de apoio durante o período em que estarão sem trabalhar nos quiosques.
A comerciante Alexandra Ferreira, que trabalha em um dos quiosques, afirma que a principal preocupação do grupo é saber como ficará a situação dos trabalhadores durante as obras.
“Nosso ganha-pão está ali. A gente trabalha há anos nesses quiosques, é de onde tiramos o nosso sustento”, afirmou.
O g1 buscou respostas da Prefeitura de Cabo Frio aos pontos levantados pelos quiosqueiros, mas até o fechamento desta reportagem não obteve retorno.
Quiosqueiros manifestam em frente à Camara Municipal de Cabo Frio
Yasmim Grijó
